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Messages Posted on 05/03/07 [ Previous | Next ]
English-Português Exchange & Intercâmbio: Hi!
  05/03/07 07:39 AM | 0 Brownie Points Vote Edit Reply | Hello
Thelma
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Hello... I'm Thelma. I'm from Brazil, country of São Paulo! What do study? Say me what my mistakes please! Kiss

 
English-Português Exchange & Intercâmbio: hello!!!
  05/03/07 07:49 AM | 0 Brownie Points Vote Edit Reply | hello!!!
Claudia
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Taubaté
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Hello my friends.

 
English-Português Exchange & Intercâmbio: Hello!
  05/03/07 07:50 AM | 0 Brownie Points Vote Edit Reply | Hello!
Luis
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Caçapava
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I'm Luís Fernando Nascimento n' I'm 17 yo. I'm from Caçapava City, São Paulo. I'm Letras student in UNITAU, I take many others courses, like Web Design n' English with Guida teacher. I'd invited her to join in this forum. She goes to USA to buy her Cambridge books n' to buy new things. Well, she's a very good speaker of American languange. She will be there very soon. I like to hear you guys, tell me about you! Thanks

 
English-Português Exchange & Intercâmbio: Languages Students
  05/03/07 07:59 AM | 0 Brownie Points Vote Edit Reply | Languages Students
Germano
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Taubate
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Hello, I take language and like very much it, I´d like to improve my english, If you are student like me, send me a message and we can get to know better

 
English-Português Exchange & Intercâmbio: Languages Students
  05/03/07 08:00 AM | 0 Brownie Points Vote Edit Reply | Languages Students
Germano
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Taubate
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Hello, I take languages and like it very much , I´d like to improve my english, If you are student like me, send me a message and we can get to know each other better

 
English-Português Exchange & Intercâmbio: Hello
  05/03/07 08:13 AM | 0 Brownie Points Vote Edit Reply | Hello
TaniaBr
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Taubaté
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Hello! My name's Tânia. I'm from Brasil. I love listen to music, specilly classical and opera music. I'm 29 years old.

 
English-Português Exchange & Intercâmbio: Hi!
  05/03/07 08:22 AM | 0 Brownie Points Vote Edit Reply | RE: Hello
chipocluda
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Hi, Thelma!

Good to hear from you again.

You wrote: < I'm from Brazil, country of São Paulo! >

Are you from the state of São Paulo? or the city of São Paulo? Depending on your answer, you should write, "I'm from Brazil, from the city/state of São Paulo."

I have a friend who lives in Descalvado. Do you attend the university in São Paulo?

You wrote: < What do study? > but you left out the subject. You should write, "What do you study?"

Well...actually...I'm no longer in school, Thelma. (I'm 43.) I'm studying on my own. I've been working on my Portuguese because I'm moving to Brazil soon.

Do you study other languages besides English? Do you like English?

You wrote: < Say me what my mistakes please! > You should say instead, "Tell me what my mistakes are, please!"

Your wish is my command! :o)

Hugs--Allene PS: I will be away from my computer for a couple of days.

 
English-Português Exchange & Intercâmbio: Hello!
  05/03/07 08:25 AM | 0 Brownie Points Vote Edit Reply | Hello!
Maia
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taubate
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Hi, My name is Renata. I am from Brazil. I take languages. I like to travel and read.

 
English-Português Exchange & Intercâmbio: Hello
  05/03/07 08:27 AM | 0 Brownie Points Vote Edit Reply | RE: Hello
chipocluda
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Hi, Tânia! My name's Allene.

Where in Brazil are you from? I'm from North Carolina.

< I love to listen to music, especially classical and opera. >

It's not often that one hears that from someone so young! Do you sing or play an instrument yourself? What's your favorite opera?

My favorite music is the blues...from any culture.

< I'm 29 years old. >

I'm 43. Are you a student?

Take care, Tânia-- Allene

 
English-Português Exchange & Intercâmbio: Hello!
  05/03/07 08:48 AM | 0 Brownie Points Vote Edit Reply | Ol
Janamelo
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Campos do Jordão
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Hi!

Today is a beautiful day!

 
Brazil Events Calendar: 6A BIENAL DO MERCOSUL
  05/03/07 11:16 AM | 0 Brownie Points Vote Edit Reply | 6A BIENAL DO MERCOSUL
bienal
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São Paulo
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Bienal do Mercosul anuncia artistas que participam da 6ª edição

A 6ª Bienal do Mercosul anuncia os artistas que participam desta edição da mostra que acontece de 1º de setembro a 18 de novembro de 2007. A lista completa é apresentada durante palestra aberta de quatro dos sete curadores da mostra, no dia 02 de maio no átrio do Santander Cultural em Porto Alegre. Além do curador-geral da mostra, o espanhol Gabriel Pérez-Barreiro, participam da palestra os curadores Alejandro Cesarco, Moacir dos Anjos e Ticio Escobar.

Na 6ª Bienal do Mercosul, 67 artistas oriundos de 23 países vão expor suas obras em seis mostras – três exposições monográficas e as coletivas Zona Franca, Três Fronteiras e Conversas. Cerca de 250 obras já estão confirmadas.

Em 79 dias de exposição, a mostra vai estar aberta gratuitamente nos sete dias da semana, ampliando em torno de 48% a possibilidade de visitação em relação à edição anterior. Logo após o encerramento da 6ª Bienal, a Fundação Bienal do Mercosul apresenta em Porto Alegre uma mostra de resultados e prestação de contas à comunidade. Além disso, a Fundação Bienal do Mercosul planeja mostrar uma parcela significativa das obras em exposições itinerantes após o encerramento da Bienal em Porto Alegre. As Itinerâncias devem passar por capitais do Mercosul como Buenos Aires/Argentina, Montevidéu/Uruguai, Assunção/Paraguai, Santiago/Chile, além de outras cidades do Brasil. O projeto de Itinerâncias tem o objetivo de levar a Bienal para o Mercosul, ampliando a sua visibilidade e oferecendo condições a um público que, de outra forma, não teria acesso à mostra.

A 6ª edição da Bienal de Artes Visuais do Mercosul vai utilizar três espaços expositivos para distribuição das obras. Nos armazéns do Cais do Porto vão estar expostas as obras pertencentes às mostras Zona Franca, Conversas e Três Fronteiras. O MARGS – Museu de Artes do Rio Grande do Sul vai abrigar as mostras Monográficas dos artistas Francisco Matto e Öyvind Fahlström. O Santander Cultural é o local escolhido para a Exposição Monográfica do artista Jorge Macchi. A museografia vai ser desenhada no mês de maio e a previsão de início da montagem da Bienal é o mês de julho.

Projeto Curatorial A fim de renovar o evento e consolidar conquistas de suas cinco primeiras edições, o curador-geral propõe, além de mudar o modelo de curadoria, intensificar o processo de internacionalização da mostra e pôr em prática um programa pedagógico ao longo de toda a sua realização. Baseada em representações nacionais até a 5ª edição do evento, a curadoria passou a ser formada por um grupo de curadores responsáveis por projetos específicos sob coordenação do curador-geral.

No caminho da valorização de uma geografia cultural, criada a partir da voz do artista, extrapolar limites de fronteiras geopolíticas mostrou-se um passo necessário. Por isso, o projeto curatorial da 6ª edição da Bienal do Mercosul é inspirado na metáfora A Terceira Margem do Rio, uma imagem tomada do célebre conto de Guimarães Rosa e adotada na 6ª Bienal do Mercosul. Segundo o curador-geral da mostra, Gabriel Perez-Barreiro, a terceira margem simboliza uma mudança de perspectivas. Enfatiza a possibilidade de criação de uma terceira forma de perceber a realidade, rompendo com as dualidades que a definem e delimitam – nacionalismo e globalização, direito e esquerdo, bem e mal, figuração e abstração, entre outros. A terceira margem é ainda uma metáfora da geografia regional, definida por fronteiras pluviais, e faz alusão ao antagonismo entre regionalismo fechado e globalização sem diferenças. “Nas questões políticas, quase todos os países do Mercosul estão envolvidos em algum tipo de experiência de 'terceira via' entre o socialismo e a economia de mercado. Na 6a Bienal do Mercosul, a ênfase será sobre os artistas que criaram seu próprio espaço dentro de um sistema estabelecido”, explica Pérez-Barreiro. A imagem da terceira margem também aponta para um dos princípios metodológicos desta curadoria: o diálogo entre dois sujeitos com vivências diferentes que gera uma terceira realidade.

O curador-geral ressalta ainda que, ao não ter um tema definido, mas, sim, uma metáfora, esta edição da Bienal é um olhar do Mercosul para o mundo, um olhar que parte do regional para o global. “É uma Bienal feita desde aqui, do Mercosul, mas que não se encerra em si mesma”, declara. A terceira margem, segundo Pérez-Barreiro, é também uma posição a ser adotada ao tratar a relação entre arte e público: “o diálogo deve ser um gerador de alternativas, fruto de constante negociação entre artista e arte, objeto e espectador e espectador e o ambiente ao seu redor”. Por isso, uma equipe integrada de curadores - e não mais curadores de representações nacionais - articula a visão do Mercosul para o mundo e do mundo para o Mercosul. "Todos os curadores têm uma relação direta com países do Mercosul e, ao mesmo tempo, algum tipo de ação ou experiência internacional. Todos eles representam vozes diferentes, e esta Bienal aceita e promove a diversidade e a liberdade de expressão", argumenta o curador-geral.

Além das exposições, a 6ª edição da Bienal do Mercosul enfatiza as ações do projeto pedagógico, fundamental nesta edição. O projeto curatorial, por exemplo, foi totalmente pensado a partir das proposições pedagógicas desta edição. Para Gabriel Pérez-Barreiro, é o trabalho que está sendo proposto pelo curador pedagógico da 6ª Bienal do Mercosul, Luis Camnitzer, um dos grandes diferenciais dessa edição. No projeto pedagógico da 6ª Bienal do Mercosul, Camnitzer propõe uma inovadora reconfiguração do programa educativo, desde suas metas até sua implementação. Para ele, o espectador deve ser visto como ser criativo e não como mero receptor passivo de informação. O processo educativo foi iniciado ainda em 2006 e prevê uma série de ações ao longo de todo o ano de 2007. Essas ações contemplam o envolvimento de professores das redes pública e privada de ensino com acompanhamento até a visita dos alunos à exposição; a realização de ciclo de conferências e mesas-redondas; a inserção do projeto da 6ª Bienal do Mercosul no calendário escolar da Rede Pública de Ensino/RS; a realização de simpósios de arte-educação - como o que aconteceu em abril e reuniu mais 1400 participantes - e oficinas e cursos com professores do interior dos Estados do RS e SC; a realização de curso para formação de Mediadores; a produção e distribuição de Material Educativo para escolas das redes públicas e privada; o transporte gratuito para até 240 mil estudantes da rede pública e instituições carentes; e o projeto Diálogos – que contempla a comunidade artística local. Durante a exposição, os visitantes terão acesso a um espaço educativo, instalado no Cais do Porto, com sala para professores, biblioteca e acesso à internet, salas de oficina e salas para exposições dos trabalhos realizados dentro do projeto pedagógico. Além disso, 20 estações pedagógicas serão criadas para promover a interação entre o visitante e os artistas.

Artistas da 6ª Bienal do Mercosul – em ordem alfabética

· Adolfo Couve (1940-1998) – Chile

· Alberto Greco (1931-1964) – Argentina

· Alejandro Otero (1921-1990) – Venezuela

· Alejandro Paz – Guatemala

· Alvaro Oyarzún – Chile

· Aníbal López – Guatemala

· Annika Ström – Suécia

· Bárbaro Rivas (1893-1967) – Venezuela

· Beatriz González – Colômbia

· Beth Campbell – EUA

· Ceal Floyer – Paquistão/Reino Unido/ Alemanha

· Cecilia Pavón – Argentina

· Chiho Aoshima – Japão

· Cildo Meireles – Brasil

· Cuauhtemoc Medina – México

· Daniel Bozhkov – Bulgária/EUA

· Dario Robleto – EUA

· Fernanda Laguna – Argentina

· Fernando Lopez Lage – Uruguai

· Francis Alÿs – Bélgica/México

· Francisco Matto (1911 – 1995) – Uruguai

· Harrell Fletcher – EUA

· Jaime Gili – Venezuela/Reino Unido

· Jennifer Allora e Guillermo Calzadilla - EUA e Cuba

· Jesús-Rafael Soto (1923 – 2005) – Venezuela

· João Maria Gusmão e Pedro Paiva – Portugal

· John Baldessari – EUA

· Jorge Gumier Maier – Argentina

· Jorge Macchi – Argentina

· Jose Gabriel Fernández – Venezuela

· Josefina Guilisasti – Chile

· Juan Araujo – Venezuela

· Katie van Scherpenberg – Brasil

· Laura Belém – Brasil

· León Ferrari – Argentina

· Leopoldo Estol – Argentina

· Leticia Obeid – Argentina

· Liliana Porter – Argentina

· Lux Lindner – Argentina

· M7red – Argentina. Mauricio Corbalán e Pio Torroja

· Magdalena Atria – Chile

· Miguel Amat – Venezuela

· Milton Dacosta (1915-1988) – Brasil

· Minerva Cuevas – México

· Muu Blanco – Venezuela

· Nelson Leirner – Brasil

· Nesrine Khodr – Líbano

· Osvaldo Salerno – Paraguai

· Öyvind Fahlström - (1928 – 1976) – Brasil/Suécia

· Pablo Chiuminatto – Chile

· Peter Fischli e David Weiss – Suíça

· Rafael Ortega – México

· Rivane Neuenschwander – Brasil

· Sara Ramo – Espanha/Brasil

· Steve McQueen – Inglaterra

· Steve Reich – EUA

· Steve Roden – EUA

· Sylvia Meyer – Uruguai

· Terrence Malick – EUA

· Walid Raad – Líbano

· Waltercio Caldas – Brasil

· William Kentridge - África do Sul

· Yoshua Okon – México

Curadores da 6ª Bienal do Mercosul Gabriel Pérez-Barreiro – Curador-geral – Doutor em História e Teoria da Arte, curador de arte latino-americana do Museu de Arte Blanton da Universidade do Texas em Austin, espanhol, residente em Austin, Texas.

Luis Camnitzer – Curador Pedagógico – Artista e professor emérito da Universidade do Estado de Nova York, uruguaio, mora em Nova York (NY).

Alejandro Cesarco – Curador da mostra Conversas – Artista e curador independente, uruguaio, residente em Nova York (NY).

Inés Katzenstein – Curadora da mostra Zona Franca – curadora e historiadora da arte, curadora do Museu de Arte Latino-Americana de Buenos Aires (MALBA), argentina, residente em Buenos Aires.

Luis Enrique Perez Oramas – Curador da mostra Zona Franca – curador e historiador da arte, curador de arte latino-americana do Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA), venezuelano, mora em Nova York.

Moacir dos Anjos – Curador da mostra Zona Franca – curador de arte e pesquisador, brasileiro, mora no Recife.

Ticio Escobar – Curador da mostra Três Fronteiras – curador e crítico de arte, diretor do Museu del Barro / Centro de Artes Visuais, paraguaio, mora em Assunção.

Exposições Monográficas Para as exposições monográficas da 6ª Bienal do Mercosul, o curador-geral selecionou nomes que representam diferentes momentos da história da arte latino-americana. Representantes da contemporaneidade, de influências dos anos 60 e do modernismo, as mostras substituem a exposição de artista homenageado, presente até a 5ª Bienal do Mercosul. Pérez-Barreiro justifica a mudança: "A tradição de artista homenageado é importante, e achei que deveria conservá-la de algum jeito. Mas, como a metáfora central desta Bienal é a terceira margem, foram escolhidos três artistas, de nacionalidades e gerações diferentes”.

Curadoria: Gabriel Pérez-Barreiro

Exposições: Jorge Macchi – Argentina

Um dos artistas contemporâneos mais relevantes e reconhecidos da atualidade. A exposição monográfica permitirá a primeira visão geral de sua trajetória em continente americano. A obra de Macchi distingue-se por suas meditações sutis sobre as possibilidades poéticas da vida cotidiana. Macchi trabalha com objetos do dia-a-dia numa variedade de meios, incluindo instalações, vídeos, colagens e fotografias. Participou da 4ª Bienal do Mercosul. Para a exposição em Porto Alegre serão trazidas 70 obras, entre DVS, instalações, fotografias, desenhos, gravuras e outras obras em materiais variados e técnica mista.

Em exposição no Santander Cultural.

Öyvind Fahlström - (São Paulo, 1928 – Estocolmo, 1976) - Brasil

Artista brasileiro-sueco referencial no cenário artístico mundial dos anos 60. A participação na 6ª Bienal do Mercosul será a primeira apresentação no Brasil do trabalho de Öyvind Fahlström, o único artista brasileiro a ser homenageado com exposições monográficas no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA), Centre Georges Pompidou, Paris, e na Moderna Museet de Estocolmo. A exposição Fahlström:Mapas, com 19 gravuras do artista, exibirá a obra gráfica do artista, na sua totalidade, sendo ele um inovador internacional nesta linguagem.

A Bienal do Mercosul vai mostrar Em exposição no MARGS.

Francisco Matto - (1911 – 1995) - Uruguai

Foi um dos participantes mais importantes do Atelier Torres-García no Uruguai. A obra do artista é significativamente marcada pelo seu profundo interesse pelas culturas pré-colombianas, o que o levou a formar sua própria coleção de arte pré-hispânica. Matto representa um dos caminhos mais originais a partir dos ensinamentos do Universalismo Construtivo de Torres-García, alcançando uma perfeita união entre a arte antiga e as linguagens contemporâneas. Participou da 1ª Bienal do Mercosul. A mostra na 6ª Bienal do Mercosul é uma retrospectiva do artista, com 94 obras, entre pinturas sobre tela e sobre madeira e esculturas em madeira.

Em exposição no MARGS.

Três Fronteiras O Três Fronteiras é um programa internacional de artistas em residência na zona da Tríplice Fronteira do Mercosul - Paraguai-Argentina-Brasil, baseado no raciocínio central do projeto curatorial desta sexta edição. A região limítrofe entre Paraguai, Argentina e Brasil é definida por uma fronteira pluvial, remetendo novamente à Terceira Margem do Rio, além de ser uma região de fluxos econômicos, culturais, políticos e lingüísticos. Nesta linha, o co-curador do projeto Três Fronteiras, o crítico de arte e diretor do Museu del Barro - Centro de Artes Visuais de Assunção/Paraguai Ticio Escobar, propõe neste projeto o questionamento das fronteiras geográfico-culturais dos países que compõem o Mercado Comum do Sul.

Para isso, foram convidados quatro artistas, que partem da pesquisa da diversidade cultural da fronteira para criar uma obra que vai ser exposta na Bienal do Mercosul.

Equipe de curadoria: Gabriel Pérez-Barreiro e Ticio Escobar. Artistas: Aníbal López – Guatemala, Daniel Bozhkov – Bulgária/EUA, Minerva Cuevas – México e Jaime Gili - Venezuela/Reino Unido

Aníbal López - López segue o percurso do contrabando desde a Tríplice Fronteira (Brasil/Argentina/Paraguai) até Porto Alegre. Começa atirando caixas no rio no ponto de origem da mesma forma que os contrabandistas (só que as suas caixas estão vazias). López, de certa forma, confirma o mapa circulatório do mercado ilegal como um sistema direcional e, ao tirar-lhe sua função inicial, o abstrai. Assim, ele cria um paralelo com trilhas de formigas, ou com a configuração dos trajetos dos pássaros em migração sazonal. Sobre sua experiência na zona da Tríplice Fronteira, Aníbal declarou que ficou muito surpreso com os conflitos sociais, tão diferentes, mas não menos importantes que os de seu país: “A experiência está sendo muito forte, me fez ver coisas que eu não sabia que existiam. Descobri, por exemplo, que nesta região não existem fronteiras. É só ver a movimentação de pessoas que caminham livremente por qualquer dos países, sem apresentar visto de entrada, sem que haja qualquer tipo de controle”.

Daniel Bozhkov - Bozhkov se interessa pela fronteira que existe entre a produção artesanal e o seu consumo. Para o seu projeto, ele se propôs aprender a fabricar pequenas esculturas de animais que são feitas por índios guaranis. Os índios esculpem estes animais para pedir desculpas pela morte que eles sofreram durante a caça. Com isso, Bozhkov quer entrar na produção a partir do ponto de vista do consumidor da escultura, ao invés do ponto de vista do consumidor do produto caçado. É uma forma de pedir desculpas ao objeto comprado no circuito turístico, e não para o animal que originalmente gerou a escultura.

Jaime Gili - Gili organiza e codifica contribuições anônimas para ajudar a transformá-las numa expressão coletiva. São exemplos: uma fonte de tipografia montada com letras apropriadas de grafites, e o desenvolvimento de um logo coletivo para moto-táxi - a forma mais popular de transporte na tríplice fronteira - baseado numa média das decorações individuais feitas por eles. Partindo da movimentação na Ponte da Amizade, que divide as cidades de Foz do Iguaçu, no Brasil e Ciudad de Leste, no Paraguai, o artista realiza uma pesquisa e constrói uma tipografia chamada Fuente Triple, baseada em letreiros dos três lados da fronteira. Numa outra parte do projeto, cria e produz uma série de adesivos que distribui gratuitamente para os moto-táxis, que trabalham no local transportando pessoas e mercadorias. Uma outra etapa é o registro fotográfico da utilização e adaptação que os taxistas fazem do material distribuído e da tipografia encontrada nos letreiros. Unindo as duas partes do projeto, o artista vai apresentar um mural na 6ª Bienal do Mercosul com a Fuente Triple, a tipografia criada pelo artista e a exposição com cerca de cem fotos dos moto-táxis. A fonte criada por Jaime Gili também vai estar disponível para utilização através de download na internet. Para saber mais sobre o trabalho de Gili para a mostra, acesse o link http://www.jaimegili.org/mercosur.htm

Minerva Cuevas – trabalho em processo

Zona Franca O projeto Zona Franca aposta em um critério de qualidade e relevância. Os curadores – Gabriel Pérez-Barreiro, Inés Katzenstein, Moacir dos Anjos e Luis Enrique Perez Oramas – foram convidados a apresentar obras de arte de produção recente que consideram mais marcantes na atualidade. O projeto enfatiza a liberdade de critérios, como o próprio título indica – uma zona sem limites para o curador, sejam eles geográficos, de formato ou culturais.

Equipe de curadoria: Gabriel Pérez-Barreiro, Inés Katzenstein, Luis Enrique Perez Oramas e Moacir dos Anjos

Artistas - Curadoria de Gabriel Pérez-Barreiro: Dario Robleto – EUA, Steve Roden – EUA, Beth Campbell – EUA, Harrell Fletcher – EUA, Yoshua Okon – México, Chiho Aoshima – Japão e William Kentridge - África do Sul

Artistas - Curadoria de Inés Katzenstein: M7red – Coletivo formado por Mauricio Corbalan e Pio Torroja – Argentina e Leopoldo Estol – Argentina, Estol também está presente na mostra Conversas/Núcleo 3 e é o artista mais jovem da Bienal, com apenas 25 anos.

Artistas - Curadoria de Luis Enrique Perez Oramas: Alejandro Otero (1921-1990) – Venezuela, Jose Gabriel Fernandez – Venezuela, Juan Araujo – Venezuela, Bárbaro Rivas (1893-1967) – Venezuela, Muu Blanco – Venezuela e Miguel Amat – Venezuela.

Artistas - Curadoria de Moacir dos Anjos: Rivane Neuenschwander – Brasil, Nelson Leirner – Brasil, João Maria Gusmão e Pedro Paiva – Portugal, Steve McQueen – Inglaterra, Cildo Meireles – Brasil e Francis Alÿs – Bélgica/Cuauhtemoc Medina – México/Rafael Ortega – México (obra conjunta)

Conversas Exposição inovadora que explora as relações entre os artistas contemporâneos do Mercosul e o cenário artístico global através de diálogos entre obras de arte. São nove núcleos de conversas. O primeiro artista de cada núcleo é escolhido pelo curador. O artista, por sua vez, escolhe dois outros artistas que “dialogam” de alguma forma com seu trabalho. A partir dessa escolha, o curador escolhe outro artista para fechar o ciclo. Um detalhe curioso é que alguns artistas escolheram outras formas artísticas para dialogar com seu trabalho, como a literatura, o cinema e a música.

Equipe de curadoria: Gabriel Pérez-Barreiro e Alejandro Cesarco

Núcleo 1 – Pablo Chiuminato

Escolha do artista: vitrine com livros e Adolfo Couve

Escolha da curadoria: Katie van Scherpenberg

A obra de Pablo Chiuminato (sem título, 2006) é um óleo sobre tela, que registra uma paisagem quase imperceptível. Remete às questões de percepção, transcurso do tempo, do olhar sensibilizado para ver as coisas de uma forma diferente. O artista escolheu sua estante de livros porque acredita que sua principal influência vem deles. Conheceu grandes obras e grandes artistas através dos livros, suas referências pessoais. A vitrine mostrada vai conter 14 livros da sua própria coleção, de artistas que o influenciaram: Frederic Edwin Church, Hiroshi Sugimoto, Emile Nolde, Gerhard Richter, Michael Biberstein, Joan Nelson, Philippe Cognée, Joseph Mallord William Turner, Claude Monet, Caspar David Friedrich, Edward Hopper, Georges Seurat, Mark Tansey e Giorgio Morandi. A tela de Adolfo Couve (sem título, 1987) lida com questões semelhantes de passagem do tempo. A obra de Katie van Scherpenberg (Igarapé, 2003) lida com as questões do tempo de uma forma um pouco distinta, mas com a mesma temática. A artista morou na Amazônia e esta obra é deste período. Ela deixa o tempo agir na sua obra, utilizando materiais que vão se transformando na medida em que o tempo passa.

Núcleo 2 – Fernando Lopez Lage

Escolha do artista: Terrence Malick e uma arquibancada

Escolha da curadoria: John Baldessari

A obra de Fernando Lopez Lage - (4) Cuadrantes 2006 - questiona a espetacularização das coisas. Ele escolheu um filme do cineasta Terrence Malick - The thin red line, 1998 – e uma arquibancada. Como forma de questionar o sistema, mostra um filme hollywoodiano de crítica da Guerra e coloca em espetáculo a obra de arte. Para dialogar com a escolha do artista, a curadoria elegeu o filme I am making art, 1971, de John Baldessari.

Núcleo 3 – Liliana Porter

Escolha da artista: Leopoldo Estol e Sylvia Meyer

Escolha da curadoria: Ceal Floyer

Liliana apresenta a obra Trabajo Forzado - forced Labor (rope), 2006, que traz um emaranhado de fios e, na ponta dos fios, um mínimo cowboy. Traz uma abordagem minimalista de uma forma mais cômica. Traz para o diálogo um poema de Leopold Estol, intitulado Gramática estendida: Em um pequeno quarto, esticam-se fios, de ponta a ponta, atando tudo o que está por atar. A cadeira à mesa, a mesa ao livro e a caneta que sobre ela repousa. Desde a caneta, o fio cruza o quarto em diagonal até a esquina em que a biblioteca está, atando, um por um, todos os livros. Daí parte para o batente da janela e, em seguida, ao armário em que ata, com uma só volta, as roupas ali penduradas. Depois as gavetas, uma a uma. O rádio sobre o criado-mudo, o criado-mudo, a lâmpada, a caderneta e, um pouco mais adiante, um par de sapatos. Dias mais tarde, à noite, um movimento brusco balança o fio. Ele tropeça e, assim como suas coisas, cai.) O poema também reflete acerca das conexões, como se fosse a obra visual de Liliana em palavras, com uma poética diferente. Sylvia Meyer é uma compositora uruguaia e sua música escolhida chama-se Loco da atar, de 2007. Sylvia trabalha seguidamente em parceria com Liliana. A escolha da curadoria é um vídeo da paquistanesa Ceal Floyer (Ink on Paper, 2002), que mostra uma caneta tinteiro borrando um papel, cuja mancha se espalha aos poucos. Novamente, uma reflexão acerca das ligações.

Núcleo 4 – Waltercio Caldas

Escolha do artista: Milton Dacosta e Steve Reich

Escolha da curadoria: Jesús-Rafael Soto

Em O ar mais próximo, 1991, Waltércio Caldas organiza o espaço de uma sala utilizando nada mais que alguns fios que vão de uma parede à outra. A obra é literalmente um desenho no espaço, um desenho que, portanto, se converte tanto em escultura quanto em arquitetura. A obra, que foi montada uma única vez em Nova Iorque, vai ser remontada na Bienal. A reflexão aqui é referente às questões de espaço, como modificá-lo de uma forma radical com um mínimo de recursos. Para isso, o artista escolheu três telas da fase mais concreta de Milton Dacosta e uma música do compositor minimalista Steve Reich, que repete diversas vezes o mesmo elemento, modificando algum aspecto e retomando-o. A curadoria escolheu uma instalação de Soto, através da qual se pode enxergar o outro lado da sala.

Waltércio Caldas participou da 1 e a da 5ª edição da Bienal do Mercosul. Jesús-Rafael Soto esteve na 1ª Bienal do Mercosul. Milton Dacosta participou das 2ª e 5ª edições da mostra.

Núcleo 5 – Álvaro Oyarzún

Escolha do artista: Josefina Guilisasti e Magdalena Atria

Escolha da curadoria: Peter Fischli e David Weiss

A obra de Álvaro já foi apresentada no Blanton Museum, no Texas - uma parede de 4m x 10m com centenas de desenhos diferentes. Cada vez que é remontada, é disposta de uma forma diferente e ganha uma titulação diferente.

Magdalena Atria (Una vez, cada vez, todas las veces II, 2007) utiliza massinha de modelar para montar grandes pinturas. Poderia se dizer que ela “esculpe” suas pinturas, mas o resultado não é um híbrido entre escultura e pintura, ele se guia pelas expectativas que se tem com relação à pintura. O interessante do trabalho desta artista não é como rompe as fronteiras da pintura, mas com as expande.

Josefina traz a obra Bodegones, de 2006. Peter Fischli e David Weiss trazem o vídeo The way things go, de 1987.

Núcleo 6 – Laura Belém

Escolha do artista: Jennifer Allora & Guillermo Calzadilla e Sara Ramo

Escolha da curadoria: Walid Raad

Laura Belém (Ainda outono, 2005-2007), altera e completa a realidade com as suas nostalgias. Rodeada de plantas tropicais que não perdem folhas, Belém tem saudades (da possibilidade) do outono, de seus marrons e suas folhas caídas. Para compensar isso, ela fabrica folhas de papel marrom que se integram perfeitamente às plantas, criando a impressão de um outono impossível. É um paralelo com os algodões brancos utilizados para simular a neve nas árvores de natal dos países onde em dezembro é verão e a neve é desconhecida. Neste caso, a nostalgia se mistura com a fantasia ou passa para fantasia pura.

Nas fotografias de Allora e Calzadilla, o reflexo do sol poente não vai até a máquina fotográfica, como ocorreria na realidade, mas vai até a pessoa que está observando o pôr do sol e está sendo fotografada. Na interação com a realidade, há muito poucas situações que podem ser consideradas personalizadas. A pessoa caminha com a “sua” sombra, não com a de outro, a pessoa vê o “seu” reflexo ao se olhar no espelho, e, no pôr do sol sobre o mar, os raios são nossos, e se outra pessoa olha para o mesmo pôr do sol, verá raios indo a sua direção. Nas fotografias, os raios pertencentes à Allora e Calzadilla passam, de forma impossível, a pertencer à pessoa fotografada.

Sara Ramo (Entre a chuva e o boneco de neve, 2005) e Walid Raad (I Only Wish That I Could Weep - Operator # 17, 2000) repensam as mesmas questões.

Núcleo 7 – Letícia Obeid

Escolha do artista: Lux Lindner e Nesrine Khodr

Escolha da curadoria: Annika Ström

Obeid traz para a Bienal a obra Una curva gigante se vuelve recta, de 2006. A obra dialoga com Colonizador (2005), de Lindner, Enclosures (2004) de Khodr e All my dreams have come true (2004) de Annika Ström.

Núcleo 8 – Fernanda Laguna

Escolha da artista: Jorge Gumier Maier e Cecilia Pavón

Escolha da curadoria: Alberto Greco

Fernanda Laguna e Cecília Pavón trabalham juntas eventualmente. As duas fundaram, em Buenos Aires, o espaço de arte Belleza y Felicidad e realizam eventos de música, poesia, performance e outras expressões. Desde 1998 dirigem a editoria de poesia e conto do mesmo nome.

Com seus "vivo ditos", Greco tirou a importância que tradicionalmente se coloca no objeto de arte e a direcionou para o ato de designar algo como obra de arte. Greco assinava as pessoas na rua (como um artista assinaria um quadro) ou apontava as coisas com seu dedo e as declarava arte. Assim como uma moldura obriga-nos a olhar o emoldurado como algo artístico, ou a apresentação de alguma coisa em um museu de arte nos faz supor que o exposto é arte, a assinatura de Greco ou o ato de apontar com o dedo levam a esse mesmo resultado. O artista participou da 1ª Bienal do Mercosul.

Núcleo 9 – Osvaldo Salerno

Escolha do artista: León Ferrari e Beatriz González

Escolha da Curadoria: Alejandro Paz

Salerno achou na rua uma construção artesanal (Las torres gemelas, 2004-2005) da qual gostou e decidiu que funcionaria como obra de arte. Como Salerno é um artista estabelecido, usou a oportunidade do seu convite à Bienal para expor este objeto. A sua obra, neste caso, não tem nada a ver com o objeto de fato ou com sua aparência. A obra de Salerno acontece a partir da utilização do poder (reconhecimento) que ele acumulou em sua trajetória como artista para poder introduzir um objeto feito fora dos círculos da arte no circuito artístico e fazê-lo visível.

Para dialogar com esta obra, o artista escolheu Leon Ferrari (Bombardero, 2002) e Beatriz Gonzáles (Zócalo de la tragedia, 1983). A curadoria escolheu o artista Alejandro Paz.

Salerno participou das 1ª, 2ª e 5ª Bienais do Mercosul. Leon Ferrari teve seu trabalho exposto na 1ª e na 4ª edição.

Projeto Pedagógico da 6ª Bienal do Mercosul O projeto pedagógico é considerado fundamental no projeto curatorial da 6ª Bienal do Mercosul. A partir de diretrizes do Conselho de Administração da Fundação Bienal do Mercosul, sua diretoria tem realizado um significativo esforço no sentido de priorizar e consolidar as ações pedagógicas da Bienal do Mercosul. Conforme Beatriz Johannpeter, diretora de educação da 6ª Bienal do Mercosul, “o projeto pedagógico se antecipa e se expande, pensando a visita à exposição como uma das etapas de um importante processo educativo iniciado em 2006 e que prevê uma série de ações ao longo de 2007”. Essas ações contemplam o envolvimento de professores das redes pública e privada de ensino com acompanhamento até a visita dos alunos à exposição; a realização de ciclo de conferências e mesas-redondas; a inserção do projeto da 6ª Bienal do Mercosul no calendário escolar da Rede Pública de Ensino/RS; a realização de simpósios de arte-educação e encontros com professores do interior dos Estados do RS e SC; a realização de curso para formação de Mediadores; a produção e distribuição de Material Educativo para escolas das redes públicas e privada; o transporte gratuito para até 240 mil estudantes da rede pública e instituições carentes; e o projeto Diálogos – que contempla a comunidade artística local.

O curador responsável pelo projeto pedagógico, Luis Camnitzer, figura das mais relevantes e reconhecidas no campo da arte e da educação, propõe uma inovadora reconfiguração do programa educativo, desde suas metas até sua implementação. Para o curador, o espectador deve ser visto como ser criativo e não como mero receptor passivo de informação.

Durante a mostra, junto aos espaços expositivos, serão construídas 20 estações pedagógicas, além de um espaço educativo multiuso, composto de sala de pesquisa, debate e atendimento para acesso do professor e de público interessado, com ateliê para uso do público escolar, e sala para exposição dos trabalhos realizados pelos alunos.

Projeto Diálogos O projeto Diálogos promove o encontro entre artistas e curadores da 6ª Bienal com artistas locais para troca de experiências e avaliação de projetos. Promovido pela Fundação Bienal do Mercosul, o objetivo do projeto Diálogos é proporcionar aproximação entre artistas e gerar uma maior participação da comunidade artística local na Bienal do Mercosul. Até a véspera da Bienal, que acontece de 1º de setembro a 18 de novembro, serão cerca de dez encontros, em que cada artista ou curador vai conhecer três artistas locais, em conversas individuais com até 60 minutos de duração. Os artistas são selecionados por uma curadoria, que leva em conta a qualidade e a afinidade do trabalho apresentado com o artista ou curador convidado.

Os artistas residentes na região de Porto Alegre que quiserem participar dos Diálogos devem enviar e-mail para dialogos@bienalmercosul.art.br com um breve currículo de até 1000 caracteres e uma carta de intenções, além de 5 a 10 imagens dos seus trabalhos, em 300kb.

Cerca de 20 artistas locais já participaram dos encontros, que tiveram a presença dos artistas Minerva Cuevas, Maurício Corbalán, Pio Torroja e Jaime Gili. Os curadores Gabriel Pérez-Barreiro, Luis Camnitzer, Moacir do Anjos e Ticio Escobar também já participaram do projeto.

Para referência Criada em 1996, a Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul é uma instituição de direito privado, sem fins lucrativos, dedicada à preparação e à realização das mostras e eventos que constituem as Bienais do Mercosul. A 6ª edição da Bienal acontece em Porto Alegre/RS de 1º de setembro a 18 de novembro de 2007.

Em dez anos de existência, a Fundação Bienal do Mercosul realizou cinco edições da mostra de artes visuais, somando 3.108.203 visitas, acesso totalemnte franqueado, 719.520 agendamentos escolares, 144.209m2 de expaços expsoitivos preparados, áreas urbanas e edifícios redescobertos e revitalizados, 2.797 obras expostas, intervenções urbanas de caráter efêmero e obras monumentais deixadas para a cidade, 170 artitas por mostra, seminários, palestras, oficinas, curso para professores, curso e estágio para 865 mediadores.

A Bienal do Mercosul tem como patrocinadores masters as empresas Gerdau e Petrobrás, patrocínio de segmento da Rede Plaza de Hotéis e apoio da ICBNA, Randon e Lojas Renner. O Projeto Pedagógico da Bienal do Mercosul é patrocinado pela Refap, com apoio da RBS.

A Habitasul patrocina o Núcleo de Documentação e Pesquisa da Fundação Bienal do Mercosul. Além disso, a 6ª Bienal do Mercosul conta com o apoio institucional da UNESCO, da Prefeitura de Porto Alegre e do Programa “Todos pela Educação”.

O projeto é financiado através do Ministério da Cultura – Lei Rouanet e Secretaria de Estado da Cultura – LIC.

Fundação Bienal do Mercosul

Conselho de Administração Jorge Gerdau Johannpeter - Presidente

Justo Werlang - Vice-Presidente

Conselheiros

Adelino Raymundo Colombo

Hélio da Conceição Fernandes Costa

Horst Ernst Volk

Jayme Sirotsky

Sérgio Silveira Saraiva

William Ling

Ivo Abrahão Nesralla

Renato Malcon

Elvaristo Teixeira do Amaral

Eva Sopher

Hildo Francisco Henz

João Jacob Vontobel

Jorge Polydoro

Julio Ricardo Andrighetto Mottin

Liliana Magalhães

Luiz Carlos Mandelli

Luiz Fernando Cirne Lima

Paulo César Brasil do Amaral

Péricles de Freitas Druck

Raul Anselmo Randon

José do Nascimento Junior

Sergius Gonzaga

Mônica Leal

Conselho Fiscal José Benedicto Ledur

Ricardo Russowsky

Jairo Coelho da Silva

Suplentes

Rudi Araújo Kother

Mário Fernando Fettermann Espíndola

Wilson Ling

Diretoria Executiva Justo Werlang - Diretor-Presidente

André Jobim de Azevedo - Diretor Jurídico

Beatriz Bier Johannpeter - Diretora de Educação

Claudio Teitelbaum - Diretor de Qualidade

Henri Siegert Chazan - Diretor de Turismo

Isabelle Isdra Rajchenberg - Diretora de Marketing

José Paulo Soares Martins - Diretor de Equipes

Leandro Gostisa - Diretor de Patrocínios

Mathias Kisslinger Rodrigues - Diretor Administrativo-Financeiro

Renato Nunes Vieira Rizzo - Diretor de Espaços Físicos

Vitor Ortiz - Diretor de Relações Institucionais

Ana Maria Luz Pettini - Diretora Municipal

Carla Garbin Pires - Diretora Estadual

Cézar Prestes - Diretor Estadual

Heron Charneski - Diretor Adjunto - Balanço Social

Equipe

Imprensa

Adriana Martorano Vieira - Assessora de Imprensa

Luana Dalzotto de Castro Alves - Estagiária

NDP - Núcleo de Documentação e Pesquisa

Fernanda Ott – Coordenadora

Rita de Cássia de Matos Magueta - Estagiária

Samara Duarte da Silva – Estagiária

Marketing e Captação

Marta Magnus - Marketing

Cynthia Flach Predebon Pereira - Assistente de marketing

Joana Sirotsky Gershenson - Estagiária

Karina Roman - Assistente de marketing

Secretaria

Mariana Vieira Vargas - Secretária Executiva

Paola Bechi do Nascimento – Secretária

Suzana Silva Marques - Compras e Patrimônio

Tatiana Machado Madella - Auxiliar Administrativo

Bruno dos Santos Ortiz - Auxiliar Administrativo

Diego Poschi VergottiniI - Informática

Lucian Rebellato - Estagiário

Raquel Soares Pedroso – Estagiário

Financeiro

Volmir Luiz Gilioli - Gerente

Luisa Schneider - Assessora Contábil

Teresinha A. Pimentel - Assessora Contábil

Produção e Projeto Pedagógico

Fábio Coutinho - Coordenador de Projetos

Bruna Wulff Fetter – Produção

Monica Hoff Gonçalves - Projeto Pedagógico

Ana Paula Mongeló - Assistente de Produção Pedagógica

Carina Dias de Borba - Assistente de Produção

Ethiene Furtado Nachtigall - Projeto Pedagógico

Gabriela Silva - Assistente de Produção - Mostra Três Fronteiras

Germana Konrath - Assistente de Produção

Gustavo Belau - Assistente de Produção

Gustavo Curti - Assistente de Produção - Mostra Zona Franca

Lorena Abelar de Muniagurria - Assistente do Projeto Pedagógico

Luciane Silva Bucksdricker - Assistente de Produção - Mostra Jorge Macchi

Luciano Corolet Laner - Assistente de Produção

Mariana Xavier - Assistente de Produção - Mostra Zona Franca

Mariane Rotter - Assistente do Projeto Pedagógico

Marcia Sartori Coiro - Coordenador Pedagógico

Michele Farias Sommer - Assistente de Produção - Mostra Conversas

Miriam Benigna Lessa Dias - Assistente do Projeto Pedagógico

Paula Krause - Assistente de Produção – Mostras Öyvind Fahlström e Francisco Matto

--------------------------------------- Pool de Comunicação (Assessoria de Imprensa Nacional e Internacional - 6ª Bienal do Mercosul) Contatos: Marcy Junqueira & Fernanda Carolina Telefones: (11) 3032.1599 / (11) 8262.6898

 
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  05/03/07 06:26 PM | 0 Brownie Points Vote Edit Reply | Hi
TaniaBr
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Allene! Nice too meet you! How are you? Well I need to say = I don't speak English!!! My English's teacher asked for the students to access this site Brazilmax, and I accessed!!! But I don't know to write in English!!! This way sometimes I go to write in Portuguese ok! rsrsrs Well, rsrs Let's go! rs Could you please to correct me, because I want to learn. I lives in São Paulo - Brasil. I love instrumental music, Vivaldi, Mozart, Beethoven, Tchaikovsky, Chopan and other. But I love, love, love IL Divo!!! Do you met? I think theirs voices are very wonderful! Cool! You are 43 year old! I like to talk whith more mature! Well, what do you do? I'm student, I study Liberal Arts (Enghish) Them, We talk us! I will try!!!! Bye-Bye!

 
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  05/03/07 06:37 PM | 0 Brownie Points Vote Edit Reply | Oi rs
TaniaBr
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Oi Rê! Tudo bem? rs

 
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  05/03/07 07:46 PM | 0 Brownie Points Vote Edit Reply | Good night!!!!!!!!!!!!1
Janamelo
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Good night!

I convidei plus a friend if to join to the forum. Its name is Rogerio Camargo.

Good bye.

 
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